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Posts Tagged ‘sangue’

A coagulação sanguínea, em condições normais, acontece sempre que um vaso se rompe e ocorre o sangramento, formando-se assim um coágulo dentro de poucos minutos  no local da ruptura, fazendo-se cessar esse sangramento.

Essa coagulação é responsável por diversas reações químicas, envolvendo principalmente um grupo específico de proteínas plasmáticas, chamadas de fatores de coagulação.

Hemostasia: é uma expressão que significa prevenção da perda de sangue. Sempre que ocorre o rompimento de um vaso, ocorre hemostasia pela atuação de várias sequências que irão conter esse sangramento.. que são eles: espasmo vascular, tampão plaquetário, coagulação do sangue e crescimento de tecido fibroso na região do coágulo com o intuito de fechar o vaso de modo permanente.

  • Espasmo Vascular: Após um vaso ser rompido, ocorre uma vasoconstrição no vaso roto que vai resultar na diminuiçao do fluxo sanguíneo desse vaso. Então quanto maior é o traumatismo de um vaso, maior será o espasmo. Ou seja, se um vaso for cortado com algum instrumento afiado, maior será o sangramento. Esse espasmo pode perdurar de 20 min há 1 hs, até que seja formado tampão plaquetário.
  • Tampão Plaquetário: É a tentativa das plaquetas em tampar o buraco do vaso. As plaquetas são fragmentos dos megacariócitos tendo uma concentração circulante no sangue de  200.00 a 400.00/mm³.

O mecanismo do tampão plaquetário : quando as plaquetas entram em contato com o colágeno da parede vascular, imediatamente começam a inchar e a ficar gosmentas, de modo que ficam coladas às fibras de colágenos e às outras plaquetas. Também liberam grandes quantidades de ADP, este por sua vez atua nas plaquetas vizinhas, fazendo com que elas se fixem as plaquetas que foram ativadas inicialmente. Por esse motivo, a quantidade fica aumentada, formando assim o tampão de plaquetas.

Se as rupturas forem diminutas, o tampão de plaquetas será o suficiente para estancar o sangramento, caso contrário teria que haver a formação de um coágulo.

  • Coágulo: O coágulo
  • começa a se formar de 20 a 30 segundos caso o trauma tenha sido muito grande, e de 1 a  2  minutos caso quando tiver sido coisa mínima.

Mecanismo de coagulação:

Fatores de coagulação: São conhecidos somente 13.

Sistema Fibrinolítico: heparina, plasmina, antitrombinaIII, PC e PS.

O sistema de coagulação acontecerá por duas vias, via intrinseca(no plasma), e extrinseca (parede do vaso).

Papéis do íon de cálcio é promover a reação dos dois mecanismos de coagulação, ou seja, se nao tiver a presença do calcio, nao haverá coagulação.

Esse sistema fibrinolítico é importante para que o sangue nao coagule em condições normais. Esses anticoagulantes atuam na destruição do trombo.

CONDIÇÕES QUE PROVOCAM O SANGRAMENTO EXCESSIVO NOS SERES HUMANOS:

Hemofilia: é a falta genética dos fatores VIII, IX e X no sangue, muitas das pessoas hemofílicas morrem na primeira infância devido o sangramento que não cessa. Porém muitos dos hemofílicos fazem transplantes de plasma e recebem esses fatores,  no que irá resultar na coagulação por alguns dias.

Trombocitopenia: significa falta de uma quantidade de plaquetas no sangue circulante, podendo ser. Essa doença é causada por anticorpos que atacam as próprias plaquetas, sendo assim chamado de “doença auto-imune”. Pacientes assim apresentam hemorragias diminutas, tanto na pele quanto em tecidos profundos. Essa tendencia do sangramento pode ser interrompida com a transfusão de sangue fresco ou de plaquetas isoladas.

Sangramento em pessoas com doenças hepáticas ou com falta de vitamina K: na doença hepática ou quando a vitamina k nao está disponível para o fígado, vários fatores de coagulação deixam de ser sintetizados, em essencial a protrombina e os fatores de coagulação VII, IX e X. Sendo que qualquer doença hepática tem tendência a causar problemas graves de sangramento.

GRUPOS SANGUÍNEOS O-A-B.

Antígenos A e B (aglutinógenos) ocorrem na membrana dos glóbulos vermelhos das pessoas.   Esses antígenos são também chamados aglutinógenos, por causarem com frequencia, a aglutinação das células sanguíneas. Devido a herança dos aglutinógenos, as pessoas podem apresentar  em suas células qualquer um desses antígenos ou os dois.

Os tipos sanguíneos podem ser:

O, A, AB e B, dependendo da ausência ou da presença dos aglutinógenos, sendo que na ausência dos aglutinógenos A e B, o sangue será do tipo O.

Se somente o A está presente, o sangue será tipo A. Se, somente o B, o sangue será tipo B, e se houver os dois, o sangue será tipo AB.

Quando o aglutinogênio do tipo A NÃO está presente, apresentará anticorpos designado aglutininas anti-A. Do mesmo jeito acontece quando não há a presença do aglutinógeno tipo B, terá a aglutinina anti-B. Essas aglutininas de desenvolvem no plasma. O sangue do tipo O não contém nenhum tipo de aglutinógeno, porém apresentará os dois tipos de aglutinina, anti-A e anti-B. E por fim, o sangue do tipo AB apresentará os dois tipo de aglutinógenos porém nenhuma aglutinina.

Em relação ao sistema Rh. Exitem 6 tipo de Rh, que são designados  C,c,D,d,E,e. O que prevalece na população é o antígeno(proteína) D. Qualquer pessoa que apresente essa proteína será Rh-positiva, ou caso não apresente, será Rh-negativa.

O sangue do tipo O será doador universal, ou seja, poderá ser doado para A, B, AB e inclusive ele mesmo.

Já o sangue do tipo A, poderá doar para ele mesmo e para o AB. O tipo B, também poderá doar  para ele mesmo e para AB.

Por fim, o sangue do tipo AB será um receptor universal, podendo receber qualquer tipo de sangue porém só poderá doar para ele mesmo.

Referências:

– Patologia, Bogliolo, Luigi, 1908 – 1981, 7. ed.

– Fisiologia Humana, Arthur C. Guyton, M.D., 6. ed.

– Tratado de Fisiologia médica do Dr. Arthur C. Guyton e John E. Hall, pela W.B. Saunders,1996.

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Anemias


Anemia significa deficiência de hemoglobina no sangue, que pode ser causado pela redução no número de hemácias ou pela redução de hemoglobina na célula.

Tipos e causas de algumas anemias:


  1. Por perda Sanguínea: Pode ser aguda ou crônica, tendo como exemplo traumas e menstruação respectivamente. Após a hemorragia rápida, o corpo repõe cerca de 1 a 3 dias a porção líquida do sangue, o plasma, levando a uma diminuição de células sanguíneas durante um determinado tempo, podendo ser normalizada dentro de 3 a 6 semanas caso nao ocorra mais hemorragias. Também pode aconter por influências de algums parasitas hematófagos.
  2. Por Hemólise: Hereditária, que pode ser a anemia falciforme, ou a adquirada, causa principalmente pela malária e doença hemolítica do recém-nascido.
  3. Por Deficiência na Eritropoiese (produção de eritrócitos): Pondendo ser carencial (Ferropriva e megaloblástica), hipoplásica (Leishmaniose) e por deficiência no estímulo (insuficiência renal).

ANEMIA fALCIFORME: éa hemoglobinopatia mais comum no nosso meio. O defeito está na estrutura molecular onde ocorre uma substituição da valina por ácido glutâmico na cadeia polipeptídica. Essa mudança leva a uma alteração estrutural na molécua de hemoglobina e na modificação na forma das hemácias. Essas hemácias contém uma adesividade (capacidade de se colar umas as outras) aumentada, ocorre frequentemente a formação de microtrombos. Como consequências existem dores intensas, acidentes cerebrais hemorrágicos e outras patologias.  Na anemia falciforme, a hemoglobina se cristaliza, se tornando insolúvel ao sangue. É caracterizada como MICROCÍTICA(tamanho pequeno)e HIPOCRÔMICA(pouca coloração).

Os sintomas mais clássicos são fadigas, fraqueza e palidez, e dor intensa nos membros principalmente em ambientes frios.

O único tratamento curativo para essa anemia é o transplante da medula óssea, porém, é um procedimento pouco realizado, é necessário maiores  estudos para se realizar com a segurança adequada.

ANEMINA FERROPRIVA:, o próprio nome já diz, privação de ferro. É a deficiência de Ferro e da vitamina B12, já que essa vitamina é a responsável pela absorção do ferro no intestino.

A principal característica dessa anemia, é que as hemácias serão microcíticas e hipocrômicas (tamanho pequeno e pouca coloração), devido uma ↓ na Hb (hemoglobina).

Causa um grande cansaço, falta de apetite, falta de ar, e a perversão do apetite também.

O tratamento é feito atravéz de uma dieta rica em ferro, podendo ser injetável e vitamina C.

ANEMINA MEGALOBLÁSTICA(perniciosa): Anemia onde as hemácias serão jovens e de tamanho grandes.

Ocorre a deficiência de vitamina B12 ou ácido fólico, estes são importantes reguladores essenciais na constituição das células.

Ocasionada dela ingestão deficiente ou produção insuficiente.

Essa anemia é caracterizadas por hemácias jovens no sangue, por produção insuficiente. O tratamento é feito por base de reposição.

ANEMIA POR DEFICIÊNCIA AO ESTÍMULO:

Pode ser causada pela insuficiência renal.

Sendo que o rim filtra o sangue e reabsorve 99%, eliminando somente 1%.

Ou seja, com essa baixa eliminação o rim reabsorve substâncias tóxicas que deveriam ser excretadas.

Com uma deficiencia renal cronica, o rim se torna incapaz de produzir o hormonio Eritropoietina, que é responsável pela estimulação da produção de hemácias.

Ocorre também uma perca de sangue pelo tudo digestivo.

O tratamento é feito atravez da administração de eritropoietina e de ferro endovenoso.

Referências:

– Patologia, Bogliolo, Luigi, 1908 – 1981, 7. ed.

– Fisiologia Humana, Arthur C. Guyton, M.D., 6. ed.

– Tratado de Fisiologia médica do Dr. Arthur C. Guyton e John E. Hall, pela W.B. Saunders,1996.

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Leucócitos – Glóbulos Brancos

Nosso corpo têm um sistema especial para combater diferentes infecções e agentes tóxicos.

Esse sistema vai ser formado pelos leucócitos (glóbulos brancos) e células teciduais derivados desses leucócitos.

Esse sistema vai se unir de trabalhar de duas formas:

1- Pela destruição real desses agentes invasores, pela fagocitose;

2- Pela formação de anticorpos e linfócitos sensibilizados, capazes de destruir ou inativar esses invazores.

LEUCÓCITOS: são unidades móveis desse sistema protetor do corpo, são formados em parte na medula óssea e outras no tecido linfático. Após a sua formação, eles vão para a corrente sanguínea onde serão transportados para onde for necessário. O valor real dos glóbulos brancos é que eles são especificamente transportados para áreas de infecções e inflamações graves, promovendo uma rápida fonte de defesa.

Existem 6 tipos de glóbulos brancos:

– Neutrófilos polimorfonucleares;

– Eosinófilos polimorfonucleares;

– Basófilos polimorfonucleares;

– Monócitos;

– Linfócitos;

– Plasmócitos, ocasionalmente.

Além desses é encontrado um grande número de plaquetas, que são fragmentos de outros tipo de células semelhantes aos linfócitos encontrados na medula óssea, os megacariócitos.

CONCENTRAÇÃO DOS DIFERENTES GLÓBULOS BRANCOS NO SANGUE:

O ser humano adulto possui cerca de 7.000 leucócitos por microlitro de sangue, em comparação com as hemácias, que são de 5 milhões.

– Neutrófilos polimorfonucleares: 62,0%

– Eosinófilos polimorfonucleares: 2,3%

– Basófilos polimorfonucleares: 0,4%

– Monócitos: 5,3%

– Linfócitos: 30,0%

– O número de plaquetas (que são fragmentos de células) a cada microlitro de sangue é de normalmente 300 mil.

GÊNESE DOS LEUCÓCITOS:

São em boa parte produzidos na medula óssea.

As células troncos se diferenciam em outros tipos de células como, quatro tipos de células-comprometidas, para a formação de hemácias e,

também são formadas duas grandes linhagens de leucócitos, as linhagens mielocítica e linfocítica.

A mielocítica, começa do mieloblasto, se diferenciando em: neutrófilo, eosinófilo e basófilo.

Já a linfocítica, começa com  o linfoblasto, formando os linfócitos T e B.

Os megacarócitos também são formados pela medula óssea, onde se fragmentam em pequenos pedaços, conhecidos como palquetas ou trombócitos, sendo muito importantes para a coagulação sanguínea.

Os leucócitos produzidos pela medula, ficam armazenados até que sejam necessários no sistema circulatório. Quando surge essas necessidades, varios fatores influenciam nessa liberação. Essa quantidade armazenada na medula, representa um suprimento de cerca de seis dias.

Já os linfócitos, são armazenados em sua maioria nos tecidos linfóides, exceto o número que está temporariamente transportado pelo sangue.

TEMPO DE VIDA DOS LEUCÓCITOS:

A vida dos Leucócitos após a sua liberação na circulação dura em torno de 4 a 8 horas, já nos tecidos onde são necessários é de 4 a 5 dias.

Quando ocorre uma infecção aguda, a vida dos leucócitos diminuem em horas, pois eles se dirigem com rapidez ainda maior à area infectada.

Já os linfócitos, são liberados gradualmente  no sistema circulatório, junto com a drenagem da linfa e dos linfonodos. Depois de alguma horas, passam do sangue de volta para os tecidos por diapdese. Então, passando algum tempo, eles reentram na linfa e retornam para o sangue várias vezes. Os linfócitos tem sobrevida que variam de semanas a meses, dependendo na necessidade do corpo.

DESCRIÇÃO DOS TIPOS CELULARES:

P.S: ↑ Leucócito – Leucocitose

↓ Leucócito – Leucopenia

Corantes: Hematoxilina (de carater básico) – Azul

Eosina (de carater ácido) – vermelho

1. Neutrófilo:

São as principais células de combate à bactérias, e está muito presente em inflamações agudas.

Possuem um núcleo segmentado, com cromatina densa e de cor violeta, enquanto o citoplasma é de cor salmão, com pequenas granulações, por vezes de difícil visualização.

Sendo considerados os Leucócitos mais numeroso no sangue periférico.

Neutrófilos jovens (bastão) não se encontram no sangue periférico.

Os neutrófilos são também chamados de segmentados, pois conforme o tempo, o seu núcleo sofre estrangulamentos.

Valor Relativo: 45-65%

Valor Absoluto: 2400 – 6200/mm³

↑ Neutrófilos: neutrofilia

↓ Neutrófilos: neutropenia

Desvio Nuclear à Esquerda: é caracterizada pela presença aumentada de bastões (neutrófilos jovens) no sangue periférico, sendo indicativo em quadros de infecções e/ou quadros inflamatórios agudos.

As granulações dos neutrófilos contém proteínas enzimáticas:

Mieloperoxidase: esses sistema baseia-se na degradação do peróxido de hidrogênio (H2O2) resultando como produto final (O¯Cl), um poderoso anti-séptico que atua vedando (destrói da parede celular) a parede bacteriana, impedindo a troca metabólica.

Proteína de aumento da permeabilidade: É uma glicoproteína que se liga aos fosfolipídeos da membrana celular, causando uma dilatação dos poros da membrana, destruindo a bactéria por osmose.

Colagenase: Enzima que degrada colágeno. (causando uma lesão irreversível no tecido, chamado de necrose). Essa colagenase degrada o colágeno do tecido para que ele se torne mais líquido, e forme uma ferida para facilitar a saída do piócito (neutrófilos degenerados) e da piogênese (secreção purulenta “pus”).

2.Eosinófilo:

São células que tem o seu número aumentando no organismo somente em reações alérgicas ou infecção por elmintos (vermes). Possuem uma capacidade fagocítica baixa, porém são capazes de quimiotaxia.

Eosinófilos possuem um núcleo segmentado, com cromatina densa de cor violeta, enquanto o citoplasma é recoberto por granulações que variam do laranja ao vermelho.  Essas granulações eosinofílicas liberam enzimas que atuam na diminuição do processo alérgico e toxinas, também causam uma paralisia e lesão na cutícula dos elmintos.

Valor Relativo: 0-5%

Valo Absoluto:0-500/mm³

3. Basófilo:

São os leucócitos mais raros do sangue periférico.

Possuem granulações que variam do azul escuro ao preto, apresentam núcleo segmentado, citoplasma recoberto por granulações espessas e volumosas, que tornam difícil a sua visualização.

São responsáveis pela liberação de mediadores inflamatórios de ação rápida diretamente na corrente sanguínea, o que irá resultar em um choque anafilático sistêmico. Gerando assim sintomas como queda de pressão, edema, aumento do Ph do estômago e morte.

Valor Relativo: 0-1%

Valor Absoluto: 0-100/mm³

4. Monócitos:

São os maiores Leucócitos do sangue, possuindo atividade fagocitária e digestivade moléculas antigênicas e de macromoléculas de dificil lise (quebra).

São células que possuem a capacidade de migrar para os tecidos, se transformado em outras, chamados de  macrófago.

Apresenta núcleo grande, central, de cromatina frouxa, corado com cor violeta claro e grande volume citoplasmático, de coloração que variam de cinza à azul claro.

Valor Relativo: 1-10%

Valor Absoluto: 100-1000/mm³

Sendo que ↑ de monócitos, causa uma monocitose.

5- Linfócitos:

São produzidos e diferenciados na medula óssea e no timo, e posteriormente  armazenados nos linfonodos, constituem a segunda maior população de leucócitos no sangue periférico.

Valor Relativo: 24-45%

Valor Absoluto: 1300-3700/mm³

São as menores células brancas (iguais ao tamanho das hemácias) no sangue periférico, possuem pouco citoplasma corado de azul e núcleo consensado e fortemente corado de violeto. O núcleo possui uma caracteristica de chanfrado.

↑ Linfocitofilia; ↓ Linfocitopenia.

A Leishmania tem tropia pela medula óssea, causando aplasia medular, causando uma anemia e uma leucopenia.

Existem os linfócitos atípicos (grandes) significa que o indivíduo está sofrendo uma presença viral aguda.

Linfócitos T: Possuem função de reconhecimento de antígenos além de estimular a proliferação de outros linfócitos.

Lt helper, Lt citotóxico e Lt supressor.

Linfócitos B: Transforma-se em plasmócito que será uma célula secretora de anticorpos com capacidade para migrar até o tecido infectado.

Linfócito NK: Responsável pela lise de células infectadas por vírus e células tumorais através da produção de leuporfirinas que destroem a membrana celular, induzindo as células-alvo (infectada) à apoptose, porém não produz resposta imune específica.

6- Leucócitos Teciduais:

Macrófagos: Fagocitose

Mastócito: Liberação de mediadores químicos

Plasmócito: Originado do LB, produção dos anticorpos (imunoglobulinas)

– Os monócitos são os leucócitos sanguíneos, ao passar para o tecido, se transformam em macrófagos. Essa modificação influi no aumento do volume e no aumento da quantidade de lisossomos.

– O movimento dos macrófagos ocorrem por pseudópodes (movimento amebóide); os macrófagos fazem esse movimento em direção as substâncias quimiotáticas para identificar o objeto e fagocitá-lo.

Imunidade: Mecanismo de proteger o organismo

Os Linfócitos B, é que são os precursores dos plasmócitos, que são capazes de produzir os anticorpos (imunoglobulina).

Classe dos Anticorpos:

  • IgA: Presentes em secreções e fluidos, lágrimas, suor, leite materno, secreções.  É responsável por protejer seus respectivos locais.
  • IgD: Está presentes em pequenas quantidades e tem função pouco conhecida.
  • IgE: Está presente nos processos alérgicos e infecções parasitárias.
  • IgG: Responsável pela memória imunológica e é o único que atravessa a placenta para dar imunidade ao feto, sendo portanto, a classe mais abundante.
  • IgM: Sua presença indica contato momentâneo com o antígeno, sendo a 2ª classe mais abundante.

Existem basicamente 3 tipos de imunidades:

IMUNIDADE NATURAL OU INATA:

é a imunidade inespecífica e que o corpo já contém em seus locais de risco, como:

Pele, mucosas, reflexo da tosse, espirro, secreções gástricas, Ph vaginal, neutrófilos, eosinófilos, macrófagos e todos os outros leucócitos, com exceção os linfócitos.

IMUNIDADE ADQUIRIDA (adaptativa):

– São produzidas pelos linfócitos B e T, anticorpos (estes fazem parte também da imunidade humoral).

Sendo caracterizado por:

-. especificidade;

-. memória;

-. produção de anticopos.

IMUNIDADE ADOTIVA:

Se diz respeito à transferencia de leucócitos, principalmente linfócitos e anticorpos de uma pessoa imune, a outra pessoa não imune.

Referências:

– Patologia, Bogliolo, Luigi, 1908 – 1981, 7. ed.

– Fisiologia Humana, Arthur C. Guyton, M.D., 6. ed.

– Tratado de Fisiologia médica do Dr. Arthur C. Guyton e John E. Hall, pela W.B. Saunders,1996.

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